Arte em condomínios transforma espaços e ganha força no mercado imobiliário

Iniciativa une estética, pertencimento e identidade urbana em Sorocaba com escultura de Guto Requena

Trazer arte para o centro dos projetos imobiliários não é mais apenas um diferencial — é uma tendência consolidada. Fachadas, halls e áreas comuns têm recebido intervenções artísticas que transformam o cotidiano dos moradores, conferindo sofisticação, identidade e acolhimento aos empreendimentos.

Sorocaba entra definitivamente nesse movimento com a instalação da escultura “Encontros”, criação exclusiva do arquiteto e designer Guto Requena. Com mais de sete toneladas e concebida como um marco urbano, a obra une tecnologia, arte e convivência. O monumento está instalado na praça do Planeta Square Garden, um espaço aberto ao público que convida ao descanso, ao encontro e à contemplação.

Um movimento em expansão

Seguindo uma tendência presente nas grandes metrópoles, a integração entre arte e arquitetura residencial busca humanizar os espaços e criar pontes entre estética e emoção. Obras assinadas por artistas reconhecidos elevam o valor simbólico e cultural dos empreendimentos, oferecendo experiências que vão além da moradia tradicional.

“Com essa escultura, Sorocaba fortalece sua relação com o urbanismo afetivo e a arte cotidiana. A obra tem se tornado um símbolo de gentileza urbana e qualidade de vida — valores que a Construtora Planeta busca disseminar em seus projetos”, afirma Caio Fernandes, diretor Comercial e de Marketing da empresa.

A arte como elo entre cidade e memória

Digitalmente modelada e produzida em aço corten, a escultura foi pensada para resistir ao tempo e às transformações da cidade. O material, de tons acobreados, ganha novas nuances com a ação do clima, revelando uma peça viva, que dialoga com quem a observa e utiliza. “Queremos que ela seja um marco afetivo, um ponto de encontro e de lembranças. É uma obra feita para durar e se transformar junto com a cidade”, explica Guto Requena.

Inspirada no Caminho do Peabiru, antiga trilha indígena que cruzava a região de Sorocaba, a obra incorpora palavras em tupi ao longo de sua estrutura, convidando o público a percorrer uma narrativa de memória e pertencimento. “Criar um monumento para minha cidade natal é um privilégio. A arte em empreendimentos imobiliários vai muito além da estética — ela cria relações, identidade e orgulho coletivo”, conclui o artista.

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