Inédito no Brasil, festival Erotika Town une sexualidade, arte e educação em São Paulo

Evento acontece nos dias 6 e 7 de setembro com experiências imersivas, palestras e espaços de práticas que celebram a liberdade e o consentimento.

São Paulo se prepara para receber um evento inédito no Brasil: o Erotika Town, um festival de experiências imersivas focado em sexualidade, arte, cultura e educação. Marcado para os dias 6 e 7 de setembro, Dia do Sexo e Dia da Independência. O evento propõe uma celebração do prazer, do respeito e da liberdade em mais de 12 horas diárias de programação no Marrakesh Club.

Destinado a maiores de 18 anos, o festival é um convite aberto a todos os públicos: solteiros, casais, pessoas da comunidade LGBTQIA+ e heterossexuais. A organização destaca que o pilar central de todas as atividades é o consentimento, a segurança e a liberdade de expressão.

A programação é vasta e simultânea, permitindo que o visitante circule livremente por diferentes ambientes e vivências sem custos extras além do ingresso. Entre os espaços disponíveis, destacam-se uma área de nudismo consciente, um dark room, ambientes para práticas de BDSM e swing, além de apresentações de dança e performances artísticas.

O conteúdo educativo é um dos pontos fortes, com palestras que abordam desde a pluralidade de gênero e o prazer, com a influenciadora trans Vicki Demito, até a “Democratização do Orgasmo”, com especialistas como Bibi Hot e Valesca Coutinho. Casais referência no universo liberal, como o Casal Libido, também compartilharão suas experiências sobre o “Código Liberal”.

A arte e a cultura permeiam todo o evento, com workshops de chair dance, dança cigana e striptease, além de performances que revisitam mitos como o de Perséfone e Hades. A tecnologia também marca presença com experiências de realidade virtual e um workshop de fotografia erótica.

Reforçando a atmosfera sensorial, a Erotika Town lançou uma playlist oficial no Spotify, desenhada para ativar neurotransmissores ligados ao prazer, transformando a música em um “ativo erótico” do evento. Para os organizadores, o festival é mais que um evento, é um ecossistema em construção que busca unir marcas, criadores e público em uma nova forma de encarar o mercado erótico.

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